Uma nova realidade
Assisti todo o jogo, ela era ótima. A bola que ela jogou acertou Jennifer, eu ri bastante, Jennifer fez uma cena, mas minha ruivinha não se importou, ela assistia a tudo calada. Quando Jennifer saiu da quadra com Dyanna, Isabella pareceu se desculpar com Marie, a treinadora a desculpou e disse algo que eu não ouvi. Saí da quadra e fui colocar outro bilhete em seu armário.
Voltei para casa e Jennifer não parava de ligar para meu celular. Argh, não aguento mais. Não quero mais namorá-la, se é que isso deveria se chamar de namoro. É ridículo continuar com ela sendo que quem eu realmente gosto não é ela.
Marquei com ela para irmos a um restaurante, é o restaurante do hotel onde minha vó trabalhava, ela se tornou a dona a pouco tempo. Jennifer ficou contente com o convite, mas a notícia que receberia não seria agradável.
Cheguei em casa e tomei um banho, coloquei uma camisa branca em gola em V, uma calça jeans preta e peguei minha jaqueta de couro preta. Coloquei um High Top preto e fui para o restaurante do hotel.
No caminho eu tentava arranjar um jeito para falar com Jennifer. Eu seria curto, mas poderíamos ser amigos ainda.
Cheguei no restaurante do hotel e Jennifer me esperava, entramos e escolheram nossa mesa, nos sentamos e fizemos nosso pedido, Jennifer começou a tagarelar sobre seu dia e sobre coisas que realmente eu nunca queria ouvir na vida. Ela falou da vida de todas as amigas dela, só que eu não dei a mínima atenção a ela. Ela falava enquanto eu olhava o nada, me prendi nas lembranças do dia de hoje, eu indo a escola escondido, Isabella chegando na escola. Seus olhos, seus sorrisos, tudo nela me atraia.
Ela era diferente. Gostei do jeito que ela tratou Jennifer, não deu atenção a cena que ela armou. Acho que ninguém aguenta a Jennifer.
-Vou ao banheiro tá?! -ela disse quando voltei a prestar atenção nela-
-Tá! -eu disse e ela foi-
Me concentrei em Isabella, quando a imagem dela aparecia em minha mente eu sentia algo diferente. Lembrei de quando os babacas ficaram falando dela, eu queria bater naqueles babacas, quem eles pensam que são? Falando assim dela. Não, ela não. Ninguém poderia mexer com ela, ela não.
Minha raiva aumentou mais e eu me desviei desse pensamento, olhei em volta do restaurante tentando me distrair e lá estava ela. Preciso dizer que estava linda?
Eu continuava a olhando e ela também me olhava, eu não queria parar de olhá-la e ela pareceu pensar da mesma forma. Uma mulher passou em sua frente e quando se sentou na mesa dela Isabella não olhava mais para mim. Eu continuava a olhá-la. A mulher falou algumas coisas com ela e ela envergonhada se levantou e veio em minha direção.
Eu pensei que ela iria ir falar comigo, mas ela passou direto, ela me olhou, tentei prender seu olhar a mim eu necessitava olhar seus olhos de perto, sem sucesso. Ela olhou para o chão e seguiu em frente. Eu vi que ela e Jennifer se esbarraram, pelo que conheço, Jennifer daria um show, mas Isabella a deixou falando com o vento. Eu virei para frente e ri um pouco disso.
-Pronto! -ela disse chegando a mesa-
Nosso pedido chegou e comemos. Isabella passou por mim e eu a olhei, mas ela olhava para frente. Jennifer voltou a tagarelar. Ela falava e eu comia e olhava Isabella, vez ou outra.
Percebi que ela se moveu e a olhei imediatamente, ela estava indo embora, ela me olhou antes de ir e eu sorri para ela, ela retribuiu e isso me deixou completamente animado. Ela foi embora com a mulher que estava com ela na mesa.
Voltei minha atenção para Jennifer, eu tinha que acabar logo com isso.
-Jennifer, precisamos conversar!
-Pode falar meu lindo! -ela disse indo pegar minha mão, eu tirei minha mão da mesa antes que ela as tocasse-
-Jennifer, você é uma garota muito legal e muito bonita, mas não dá mais!
-O que não dá? -ela perguntou fingindo não entender, eu acho-
-Nós dois. Eu gostei muito ficar com você e eu gostei de você, mas as coisas mudaram. Eu não gosto mais de você daquele jeito. Espero que ainda possamos ser amigos, mas não dá mais.
-Você está terminando comigo? -ela perguntou-
-Não podemos terminar aquilo que nunca começamos direito.
-É a garota nova, não é?! A ruiva ou é aquela velha. -ela disse enojada, aquilo me irritou-
-O problema é você Jennifer, você nem gosta de mim. Só estava comigo pela popularidade. E lave bem sua boca para falar da minha avó.
-ela ficou incrédula com as verdades ditas- Tudo bem, eu me dou valor. Vai se arrepender disso. -ela disse e saiu-
Paguei a conta e procurei minha avó. Dei a notícia a ela e minha avó ficou feliz, ela não gostava da Jennifer, mas desejou que ela encontrasse alguém legal para ela e que fosse feliz. Não disse o que Jennifer disse a respeito dela, isso a magoaria. Me despedi de minha avó e fui para casa. Fiquei tocando e compondo o resto do dia. A noite eu dormi pensando nela novamente. Amanhã eu iria a escola.
FIM DA NARRAÇÃO DE GAROTO MISTERIOSO
Acordei com o barulho ensurdecedor do meu despertador. Desliguei o despertador e fiquei uns minutos dormindo. Levantei e fui direto para o banheiro, me despi e liguei o chuveiro, fiquei longos minutos lá dentro, estava tentando inventar desculpas para eu não me envolver com o garoto misterioso, sem sucesso. Pensar nele me deixava contente e minha mente fazia questão de me lembrar da intensidade do seu olhar, do poder do seu sorriso sobre mim. Eu estava apaixonada. Apaixonada por um garoto que nunca troquei nenhuma palavra, apaixonada pelo meu garoto misterioso.
Fiz minha higiene matinal e saí do banheiro. Fui até meu guarda-roupa e procurei algo confortável, bonito e agradável. Escolhi minha blusa florida de babados, coloquei um cardigan cinza, calça jeans skinning e minha sapatilha preta. Para acessório só usei um cordão que era da minha mãe.
Deixei meu cabelo solto mesmo, com cachos largos nas pontas, natural. Peguei minha mochila e desci para tomar café.
-Bom dia Bella! -minha tia disse ao me ver chegar na cozinha-
-Bom dia Lú! -eu disse e me sentei no banco-
-Quer cereal?
-Sim, com leite, por favor! -disse e ela trouxe- Vou ligar para Mel vir aqui para irmos a escola!
-Tudo bem, eu levo vocês!
-Tá, obrigada! -disse terminando meu cereal-
-Não quer mais? -minha tia perguntou sobre meu cereal-
-Não, estou satisfeita. Obrigada!
-Estranho, você sempre comeu bastante no café da manhã! -dei de ombros e liguei para Mel-
O telefone tocou umas três vezes e ela atendeu.
-Alô?!
-Mel, aqui é a Bella. Está pronta?
-Claro, estou indo.
-Tá, mas minha tia vai nos levar para escola, tudo bem?
-Claro! -ela disse e desligamos o celular-
Guardei meu celular e apressei Luana.
-Tudo bem, estou indo. -ela disse indo para a entrada da casa-
Tranquei tudo e levei minhas chaves, Carol tinha todas as chaves da casa. Luana tirou o carro da garagem e Mel chegou. Entramos no carro, colocamos cinto de segurança e fomos para escola, no caminho conversamos um pouco. Minha tia nos deixou na porta da escola e foi trabalhar.
-E então?
-Então o que? -perguntei distraída, sim, eu estava o procurando-
-ela revirou os olhos quando a olhei- Está o procurando, não é?
-Está óbvio?
-Não, imagina. Só faltou o binóculos. -nós duas rimos da piadinha-
-Que bom, pensei que parecia que eu estava o procurando. -rimos novamente-
-Que isso, imagina! -ela riu-
Sentamos em um banco perto da entrada da escola e ficamos conversando. Mel me contava sobre suas fotos, mas pobre Mel, não recebera a atenção merecida. Eu o procurava, precisava vê-lo. Vasculhei por todo estacionamento, mas nenhum sinal dele, ainda.
-Vamos? -perguntou Mel-
-O que? -perguntei me concentrando nela-
-O sinal.. -ela disse apontando para porta-
-Ah, claro. As aulas. -eu disse e entrei na escola-
Fomos para nossos armários e pegamos nossos materiais. Seguimos para a primeira aula, ele ainda não estava lá. A segunda aula seria de laboratório, para minha tristeza Mel não fazia essa aula comigo. Entrei na sala sem ânimo, meu garoto misterioso não estav...
Perdi minha linha de raciocínio ao vê-lo sentado na quarta mesa da fileira a esquerda da sala. Ele era o único aluno sem parceiro. Ele estava olhando a janela, batucava a mesa com a mão direita, parecia ansioso ou nervoso.
-Senhorita Andrews, sente-se ali por favor. -o professor disse apontando para a mesa do meu garoto misterioso, assenti e fui para a mesa-
Assim que o professor disse o meu nome ele olhou para mim, as mãos pararam de batucar e um sorriso apareceu no canto de seu rosto. Não pude evitar, sorri também, um sorriso tímido.
Ele seria meu parceiro de laboratório, agora. Eu gostei da ideia, as aulas de laboratório só começaram agora porque os novos materiais ainda não haviam chegado na escola, segundo a diretora.
Fui andando até a minha mesa, ele usava uma calça jeans e uma blusa branca e por cima uma blusa quadriculada, as mangas estavam dobradas fazendo aparecer seus músculos. Ele puxou a cadeira para mim quando me aproximei, gentil. Sentei, coloquei minha mochila no canto da mesa. Olhei para frente sem nada dizer.
-Olá! -ele disse, a voz dele era meio rouca-
-Olá! -disse me virando para ele, ele estava um pouco perto demais-
Não exitei, continuei parada o olhando.
-Então, está gostando daqui? -ele me perguntou-
-Da escola?
-Também!
-Bom, eu mal cheguei e já me excluíram. As aulas são bem legais e minha única amizade é a Melany. Enquanto a Atlanta, bem, eu já morei aqui quando pequena.
-Nasceu aqui?
-Não, sou brasileira mesmo. E você?
-Sou canadense. -ele disse e sorriu, um sorriso encantador-
-Estuda aqui desde pequeno?
-Sim, eu e o Patrick. Somos grandes amigos. -sorri e ele também-
É estranho, mas perto dele as coisas sumiam, só existia eu e ele. Quando estava com ele, as coisas desapareciam, problemas, preocupações, nervosismo. Só tinha espaço para felicidade e algo mais, acho que era amor. Será?
-Na minha antiga escola eu era a popular, todos queriam ser meus amigos. A Brenda, uma pessoa que parecia ser minha amiga, só andava atrás de mim. Eu era parecida com a Jennifer, apenas parecida, em relação a "ter seguidores", mas as coisas mudaram e eu percebi que aquilo tudo era uma farsa e que tudo aquilo era horrível. -disse respondendo sua pergunta-
-O que aconteceu? Quer dizer como percebeu que aquilo era uma farsa? -ele estava realmente interessado em saber-
-Bom, eu não contei a ninguém ainda. Nem a Melany. -eu disse-
-Pode me contar, se quiser. Sei guardar segredos. -rimos-
-Bom, meus pais faleceram a pouco tempo. E isso me fez ficar mais perceptiva e sensível. Percebi a falsidade da Brenda e me separei.
-Sinto muito Bella. -ele me abraçou forte e eu retribui, nossa como era deliciosa a sensação de seus braços me envolvendo, eu finalmente me sentia segura-
Nos separamos do abraço rápido, pois ainda estávamos na aula, mas o professor estava concentrado demais em um livro enquanto os alunos faziam trabalho no livro.
-Obrigada! -disse e sorri, ele retribuiu-
-Você não é a única que carrega um segredo triste. -ele sorriu fraco e sem ânimo-
-Qual é o seu?
-ele olhou em meus olhos durante uns segundos e eu perdi minha linha de raciocínio novamente, ele desviou o olhar para mesa- Meu pai não queria ter filhos, mas minha mãe estava grávida de mim. De início ele não fez nada, ele insistiu no aborto, mas não permitiram. Então, quando eu nasci, ele foi embora. Minha mãe o amava mais que tudo, mais do que a mim. Ela foi atrás dele me deixando com minha avó. Ela não voltou mais, ligou umas vezes quando eu era pequeno, mas nunca falava comigo. Minha vó disse que se fosse para ligar e não dizer nem um oi para mim, para não ligar mais e ela fez isso. Minha vó entendia minha dor, ela ligava e eu tinha a esperança de escutar a voz dela, mas ela sempre negava e quando eu pegava o telefone para falar com ela ela desligava e ligava mais tarde. Ela não ligou mais, nem mandou cartas, simplesmente desapareceu.. -aquilo o feria ainda, eu podia ver isso em seus olhos, peguei a mão dele e a apertei, ele olhou para mim e eu sorri-
-Tenho pena de sua mãe, por não ter conhecido um filho tão maravilhoso! -eu sorri novamente para ele e ele retribuiu-
Nós dois continuamos de mãos dadas, nenhum de nós queríamos separá-las.
-Obrigada, mas eu sou feliz com minha avó. Muito feliz e parece que agora as coisas estão melhorando. -ele sorriu olhando em meus olhos, eu retribui-
-Muito bem classe, podem se retirar. -disse o professor após o sinal tocar-
Soltei nossas mãos, não queria fazer isso. Guardei meu material e peguei minha mochila. Saímos juntos da sala.
-Tem aula de que agora? -ele me perguntou-
-Não sei, vou checar. -disse pegando o mapa- Ainda não gravei todas as aulas.
Amostrei o mapa a ele.
-Nossa, temos todas as aulas juntos, menos espanhol. -ele sorriu-
-Que ótimo! -eu sorri, e era. Droga de espanhol-
-Nossa próxima aula é de.. -ele olhou o mapa- inglês.
Nós fomos pegar nossos livros e fomos para a aula de inglês. Nessa aula Melany estaria conosco. Ele se sentou lá atrás comigo e com Melany, deixando Jennifer zangada. Ela me olhava com raiva.
-Não quer se sentar com ela? -disse me referindo a Jennifer-
-Não, por que?
-Vocês não são namorados? -perguntei confusa, ontem eu os vi juntos no restaurante-
-Nós terminamos ontem! Eu não gostava dela e ela não gostava de mim, estava comigo pela minha popularidade. -ele disse e isso me trouxe um alívio e uma alegria inexplicável-
-Ela não parece satisfeita. -disse o olhando, me perdi em seus olhos tão próximos-
-ele deu de ombros- Ela está assim agora, mas depois encontra outro para exibir. Acho que Patrick. -ele riu de alguma piada-
-Hun..
-Abram a página 15 classe! -ordenou o professor-
Abrimos e ficamos estudando, na verdade, os outros estudavam, eu conversava e me perdia nos olhos do meu garoto misterioso. Fomos para a outra aula e conversamos mais, ele e a Mel se deram bem, pareciam amigos de longa data. Eles falavam sobre um parque perto da nossa casa agora.
-É, o parque é muito divertido, estou louca para ir lá. Eu até comentei do parque com a Bella hoje, lá no estacionamento, não é? -perguntou Melany para mim, então era do parque que ela tanto falava empolgada-
-Claro! -eu disse sorrindo, Mel riu, ela sabia que eu não tinha prestado atenção-
-Soube que vão lançar um brinquedo novo lá. Só que é surpresa. -ele disse empolgado-
O sinal tocou e nós fomos para o intervalo. Comprei meu suco e biscoito como de costume, mas dessa vez eu e Melany não sentamos na nossa árvore. Sentamos com os populares. Todos nos olharam, até alguns empregados da escola.
Me sentei ao lado do garoto misterioso e Melany se sentou ao lado de Patrick. As pessoas ainda olhavam e eu me senti desconfortada com isso, elas olhavam e cochichavam, mas agora nem disfarçavam. Me retorci na cadeira uma vez, mas isso aumentou os olhares.
-O que foi Bella? -ele me perguntou se virando para mim e olhando em meus olhos, precisei de uns segundos para me recompor, ele parecia se recompor também-
-Não é nada.
-Não parece nada, pode me falar. -ele disse sincero, eu não queria dizer, mas o poder de seus olhos me fizeram contar-
-É que as pessoas me olham e cochicham, estou me achando uma estranha. É desconfortante, acho que elas falam mal de mim. -eu disse abaixando um pouco minha cabeça, ele riu e eu o olhei sem nada entender- Do que está rindo?
-De você. -ele continuava a rir-
-Não fiz piada. -me irritei um pouco, eu falei sério-
-Desculpe. -ele riu um pouquinho e depois parou- É que as pessoas não falam mal de você. Nenhuma delas. -ele riu de novo-
-Fazem piadas? -eu ri-
-Não, antes, no primeiro dia de aula você foi o assunto de todos os garotos da escola. Até os que namoravam falaram de você. Eles estavam arranjando um jeito para falar com você, queriam te convidar para sair. E agora que se sentou aqui, comigo e com os outros as fofocas começaram.
-Jeito estranho de demonstrar isso. -rimos-
-É, eles ficavam brigando quem iria falar com você primeiro. Eu não gostei disso. -ele disse com um pouco de raiva- Mas aí eu saí por um tempo e quando voltei as coisas ainda não haviam mudado, nenhum deles tiveram chances.
-Nem se tentassem teriam. -eu disse me arrependendo de ter dito. Só ele teria essa chance, pobres rapazes, nem puderam tentar-
-Nenhum? -ele perguntou olhando em meus olhos-
-Só um. -a verdade saiu rapidamente de mim, porcaria de olhos hipnotizantes-
-Quem? -ele perguntou sorrindo e se aproximando-
-Gente??? -Melany perguntou impaciente. Obrigada Mel, pensei aliviada-
-Sim? -me virei para ela-
-Finalmente me ouviram, o que acham de irmos ao parque?
-Ótima ideia! -eu e ele dissemos-
-Ótimo, vamos todos nos encontrar na praça as 18:00 horas, pode ser? -ela perguntou para todos da mesa-
-Claro! -responderam e o sinal tocou-
Agora eu teria dois tempos de espanhol. Como eu odeio essa matéria. Já odiava, agora que ele não pode estar comigo então..
-E então, o que estavam conversando?
-Sobre os outros!
-Sério? -ela me olhou com reprovação-
-eu ri dela- Não, estávamos falando sobre o porquê dos outros tanto olharem e fofocarem.
-E aí?
-Ah, é que eles queriam alguma coisa comigo. Pelo menos foi o que ele me disse.
-Hun..
-Ele pareceu não gostar da ideia dos garotos quererem algo comigo.
-Uuuh, sinto cheiro de ciúmes nessa história. -rimos-
-Ai Mel, só você mesmo.
Continua...

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